História de Petrópolis
 

       A História de Petrópolis começa há mais de 150 anos, pois servia de passagem entre o Rio de Janeiro e Minas Gerais.
      Em 1822, D. Pedro I, viajando em direção à Vila Rica, Minas Gerais, buscar apoio ao movimento da nossa Independência, encantou-se com a Mata Atlântica e o clima ameno da região serrana. Hospedou-se na Fazenda do Padre Correia e chegou a fazer uma oferta para comprá-la. Diante da recusa da proprietária, D. Pedro resolveu comprar, por 20 contos de réis, a Fazenda do Córrego Seco, pensando em transformá-la um dia no Palácio da Concórdia.
      A crise política sucessória em Portugal e a insatisfação interna foram determinantes para seu regresso à terra natal, onde ele viria a morrer sem voltar ao Brasil.
      A Fazenda do Córrego Seco foi deixada como herança para seu filho, D. Pedro II, que nela construiria sua residência favorita de verão. A construção do belo prédio neoclássico, onde funciona atualmente o MUSEU IMPERIAL, teve início em 1845 e foi concluída em 1862.
     Para dar início à construção, D. Pedro II assinou um decreto em 16 de março de 1843, criando Petrópolis.
      Petrópolis abriu os braços para imigrantes alemães, italianos e portugueses, entre outros sob o comando do engenheiro Júlio Frederico Koeler, começaram a levantar a cidade, construir o Palácio e colonizar a região. Os alemães tiveram participação fundamental na construção da primeira estrada de ferro brasileira, em 1854 obra do Barão de Mauá, ligando o Porto de Mauá à Raiz da Serra, facilitando, assim, o acesso a Petrópolis. A primeira estrada de rodagem brasileira, inaugurada em 1861, liga Petrópolis a Juiz de Fora, MG. Seu nome: União e Indústria, pela qual você tem, hoje, acesso a recantos inesquecíveis.